terça-feira, 9 de setembro de 2014

Pensamentos e Sentimentos


– Como é que me posso lembrar de coisas tão antigas se não sei exactamente o que fiz que transformou a minha vida neste caos.

– Dentro dele há uma tempestade, um sentimento de dor e sofrimento, mas o guerreiro segue o seu caminho sem nunca olhar para trás, certificando-se sempre de manter a maior distância possível entre ele e rapariga que amava.

– O que é que nos torna humanos?
Não é algo que possamos programar, não podemos pôr isso num chip.
É a força do coração humano que marca a diferença entre nós e as máquinas.

– Há uma verdade universal que todos temos que enfrentar, quer queiramos quer não.... um dia, tudo acaba.
Nunca gostei de finais. O último dia do Verão, o último capítulo de um bom livro, a despedida de um grande amigo. Mas os finais são inevitáveis. As folhas caem. Fecha-se o livro. Diz- -se adeus.
Mas temos, algum dia, de dizer adeus a tudo o que conhecemos, a tudo o que é confortável.
Temos de seguir em frente.
E é porque vamos partir, que dói.
Mas há pessoas que estarão sempre connosco, aconteça o que acontecer. Elas são o nosso alicerce, a nossa estrela polar, as vozes cristalinas nos nossos corações, e estarão lá sempre para nos guiar. Sempre!

– Nunca haverá ANO BOM para quem continua copiar os erros do passado.

– Os que pensam que o dinheiro faz tudo, são capazes de fazer tudo para o ter.

– Um livro fechado é um cérebro, aberto é um amigo que espera.

– As grandes obras são executadas não pela força, mas pela perseverança.

– Quem honra a sua mãe, é igual àquele que acumula um tesouro.

– Sofrer tudo de todos, mas não sofrer nada a ninguém.

– Nós não temos a missão de fazer triunfar a verdade, mas dar testemunhos dela.

– Nunca terá verdadeiros amigos aquele que tem medo de criar inimigos.

– A natureza é a casa de todos, respeita-a e partilha-a.

– Para parecer alguém é preciso ser-se alguma coisa.

– Dar sem amar é uma ofensa.

– O mundo não é mais do que um espectáculo ruidoso que nos impede de prestar atenção à realidade.

– Caminhante, não há caminho, este faz-se caminhando.

– Há coisas que não se vêem como deve ser, a não ser com os olhos que choram.

– As verdadeiras amizades são as derradeiras flores da árvore da vida.

– Todo o trabalho é nobreza quando o prendemos a uma estrela.

– Os amados fazem-se lembrar pela lágrima; os esquecidos pelo sangue.

– O mundo não é o que existe, mas o que acontece.

– O que não pode florir no momento certo acaba explodindo depois.

– Deus deu-me a tarefa de morrer. Nunca a compri. Agora, porém, já aprendia obediência.

– Não sou mau lembrador. A minha única dificuldade é ter de escrever por escrito.

– Os factos só são verdadeiros depois de serem inventados.

– A vida é um beijo doce em boca amarga.

– A cinza voa, mas o fogo é que tem asa.

– Do que me lembro jamais eu falo. Só me dá saudade o que nunca recordo. Do que me vale ter memória se o que mais vivi foi o que nunca se passou?
  
– Diz-se que as lendas ajudam a perceber coisas superiores a nós. Forças que determinam a nossa vida. Acontecimentos para lá de qualquer explicação. Indivíduos cuja vidas os prejetam para as alturas ou os fazem cair nas profundezas. É assim que nascem as lendas.

– Os homens juntam os erros das suas vidas e criam um monstro ao qual chamam destino.

– Por mais negro que seja o momento, o amor e a esperança são sempre possíveis.

– Seja o que for que tenhamos de enfrentar, seja o que for que tenhamos de resolver temos sempre uma opção. Devemos optar por ser o melhor de nós próprios. São as opções que fazem de nós o que somos, e podemos sempre optar por fazer o que está certo.

– Ser valente, não quer dizer procurar sarilhos.

– A razão não é automática. Os que a negam não podem ser conquistados por ela.

– Alguns dizem que o nosso destino está ligado à Terra e nós somos parte dela tal como ela é parte de nós. Outros dizem que o destino é entrelaçado como um tecido de modo a que o destino de um se cruze com o de muitos outros.
É a única coisa que procuramos ou lutamos para mudar.
Alguns nunca o encontram, mas há outros que são guiados por ele, logo, o destino somos nós que o fazemos.

– Às vez é melhor não fazer nada. Às vez é melhor não dizer nada, porque as pessoas lembram-se de ti não quando estás presente, mas sim quando sentem a tua falta.

– As grades obras são executada não pela força, mas pela perseverança.

– Resta apenas o meu sangue. Levem-no. Mas não me façam sofrer mais.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Cavalo

A poeta quer escrever um poema sobre um cavalo:
mas ele cavalga-lhe por entre os versos.
Então, a poeta faz um cercado de palavras
para o cavalo não fugir.
Mas o cavalo não cavalga
quando o prendem num cercado.
E quando a poeta pousou a caneta,
o cavalo começou a cavalgar.
A poeta voltou a pegar na caneta,
escreveu o que tinha visto
e o poema ficou feito.

A nossa cor

Então, pintei o João de verde,
e ele não gostou.
Pintei-o de dourado,
e ele ficou danado.
Pintei-o de vermelhão,
e ele rosnou:
- Assim não!!
Pintei-o da sua cor,
e ele sorriu de satisfação.

Nuvem

Nuvem, tu que cavalgas no dorso do horizonte,
tu que tens grandes olhos sobre todo o mundo,
almofada de mil anjos,
o céu daí parece tão bonito,
oh nuvenzinha porque não me levas contigo?!

domingo, 27 de abril de 2014

Quem espera sempre alcança!

- Pai, mãe! Vi uma camisola linda dos 1D. Eles são a minha banda preferida. Dão-me dinheiro para a comprar! - Pediu Sofia, com um entusiasmo enorme, quando chegou a casa depois da escola.
- Calma miúda, boa tarde primeiro. - Disse Jorge, o pai dela, com um sorriso.
- Boa tarde pai, boa tarde mãe! - Disse ela com uma voz angélica. – Então o que dizem? -Perguntou logo a seguir sem perder mais tempo.
- Depende de muita coisa, principalmente do preço! Quanto custa a tal camisola? - Perguntou Clara, a mãe, já desconfiada.
- Vinte e três euros. - Respondeu ela de cabeça baixa.
- Para uma camisola é um bocado cara não achas?! – Perguntou a mãe.
- Não nos importaríamos de te dar dinheiro para a comprar, mas agora não dá muito jeito sabes?! – Disse o pai.
- Ok. Vou fazer trabalhos de casa.
Sofia saiu da sala e foi para o seu quarto com lágrimas nos olhos. Fez os trabalhos, foi jantar e não disse nem uma palavra. Os pais sabiam que ela estava triste, mas não podiam fazer nada, porque não tinham dinheiro para lhe dar naquele momento.
Sempre que saía da escola Sofia para na loja a admirar a camisola e a pensar no terrível momento em que alguém a compraria e nunca mais a poderia admirar.
Na escola perguntou à professora depois da aula o que poderia fazer para ter a camisola e a professora sugeriu:
- E que tal dispensares algum do teu tempo livre para fazeres pequenos trabalhos até teres o suficiente para a comprar?
- Obrigada professora, é uma ótima ideia! – Respondeu Sofia.
Correu para casa para contar aos pais aquela ideia e para satisfação dela eles concordaram de bom grado.
A partir desse dia a rapariga trabalhou a duzentos fora de casa, a fazer favores aos vizinhos que lhe pagavam um ou dois euros por cada trabalho que fazia.
Ela trabalhou um mês inteiro e conseguiu dinheiro suficiente para comprar a tal camisola tão cobiçada.
Uma tarde, quando dobrou a última esquina antes de chegar à loja, para comprar a camisola, um homem passou por ela e tirou-lhe a carteira com o dinheiro certo para a sua compra e mais, fê-la cair.
A rapariga ainda se levantou e foi atrás dele, mas como é óbvio não o apanho. As lágrimas escorreram-lhe pelos olhos e ficou pior ainda, quando olhou para a montra e não viu a camisola. Correu para casa e quando chegou não disse olá nem adeus, foi para o quarto trancou a porta e atirou-se para a cama a chorar alto. Todo aquele trabalho durante um mês e além de ter sido roubada a camisola já não estava no sítio dela.
A mãe e o pai foram várias vezes bater à porta para ver como ela estava e saberem porque é que ela estava a chorar. Sofia não queria ver, muito mesmo falar com quem quer que fosse, nem mesmo com os pais, com quem falar sobre tudo por isso não abriu a porta a não ser à hora do jantar.
Jantou e foi para a cama sem dizer nada nem sobre aquele assunto nem sobre qualquer outro.
Na manhã seguinte antes de ir para a escola Sofia foi interpelada pelos pais, que não a deixaram sair de casa antes de justificar o seu comportamento na noite anterior.
- Ok!, eu conto. - Cedeu ela.
- Então o que foi? - Perguntou a mãe.
- Para começar, já alguém comprou a camisola, e depois um homem roubou-me o dinheiro que economizei para a comprar! - Os olhos da menina ficaram marejados de lágrimas.
Limpou as lágrimas, abriu espaço entre os pais e foi para a escola de olhos postos no chão.
Aquele era o último dia de aulas antes das férias de Natal, por isso quando chegou a casa, Sofia passou o resto da tarde a fazer os trabalhos de férias que lhe tinham sido propostos, a ouvir música e a ler.
A única coisa que lhe iria arruinar as férias era o nó que sentia na garganta sempre que pensava na camisola que nunca mais veria.
O pior aperto que sentiu foi na manhã da véspera de Natal, porque nessa noite iria receber as prendas e ela não teria a camisola.
Nessa manhã esteve entretida a ajudar a mãe com o almoço, esteve, com ajuda do pai, a juntar duas mesas na sala, para que toda a família pudesse almoçar e jantar lá em casa com eles.
Ao almoço houve carne assada, roupa velha, peru assado, capão assado, vinho para os adultos, sumo e água para as crianças. Depois do almoço esteve a brincar com os bebés da família para se certificar de que eles não se magoavam, ajudou mais tarde a adormecê-los e deu-lhes o lanche quando acordaram da sesta.
Ajudou as tias, as avós e a mãe a fazer o jantar e as sobremesas, e todas elas lhe disseram que tinha um jeito especial para cozinhar. A rapariga estava contente por lhes agradar tanto, mas apesar de todos os elogios que lhe foram feitos e todos os sorrisos que lhe foram dirigidos, a tristeza reinava no seu coração.
Jantaram e quando o jantar acabou, ela começou a ficar nervosa sem razão nenhuma, mais nervosa do que no decorrer daquele dia pareceu-lhe que a sua mente ainda estava à espera de receber a camisola, mas Sofia ignorou esse sentimento e simplesmente esperou.
Os minutos passavam muito devagar e o seu coração acelerava a cada minuto, provocando-lhe dores de cabeça e tonturas, só acalmou quando se ouviu o sino da igreja ao longe a bater as doze badaladas.
Como todos os anos as crianças calaram-se ouviu-se a porta da rua a bater e um "Hohoho!!!" muito animado e cheio de, como diziam as crianças, magia.
Quando a porta voltou a bater, as crianças saíram todas do quarto de Sofia, desceram as escadas numa grande euforia, aos risos e gritos histéricos e foram para a sala, mais uma vez, à espera de terem o que pediram.
Os adultos distribuíram as prendas pelos mais pequenos, primeiro para os entreter e por fim pelos mais velhos. Sofia recebeu roupas, livros, um diário cheio de estilo, uma mochila nova para usar no segundo período de aulas, uma caixa de chocolates e dinheiro.
Depois de toda a gente ter os seus presentes, a mãe de Sofia fingiu não ver o último presente debaixo da árvore, foi Sofia que a chamou à atenção:
- Mãe, esqueceste-te deste! - Disse ela pegando no embrulho. Mas quando viu que era para ela calou-se e abriu-o devagar. E quando viu que era precisamente aquela camisola que ela queria, a dos 1D, aquela que pensou nunca mais ver, estava agora nas suas mãos.
- Mãe.... - a rapariga não tinha palavras para descrever a felicidade que a assolava. - Nem sei o que dizer. Pensei que nunca mais a veria. Como é que vocês.....
- Como ficaste tão triste quando te dissemos que não, decidimos por algum dinheiro de parte e..... aí está a nossa prenda especial! - Disse-lhe o pai com um sorriso terno.
Sofia apertou a camisola com afeto contra o peito e olhou para os pais com um grande sorriso e com lágrimas nos olhos. Correu para eles e envolveu-lhes a cintura, abraçando-os a chorar de alegria.
- Não há pais melhores que vocês e nunca acreditaria se alguém o dissesse! - Disse ela no meio das lágrimas.
- Nós também te amamos Sofia. Muito e para sempre. - Disse-lhe a mãe.
Os três abraçaram-se durante muito tempo e todos choram de alegria, porque aquele dia se tornou ainda mais especial.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Aventureiro


Aventureiro, toma a decisão
bate à porta sem hesitação
ou enlouquece sem vires a saber,
o que aconteceria se ousasses bater.


     

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A Ilha dos Três Marinheiros

No alto mar Ruan, um marinheiro experiente, a sua bela mulher Julieta e Kate, a filha aventureira, partem numa longa viagem rumo ao desconhecido.
Num dia de suave neblina, sobre o mar, com o este um tanto agitado, fazendo a caravela balançar enquanto avançavam, os três partiram ao romper da alvorada. Tinham preparado aquela viagem com todo o cuidado durante uma semana. Tudo corria bem, só havia uma coisa que tornava aquela viagem mais cansativa, não sabiam como haviam de passar o tempo. Decidiram entre outras coisas, jogar às cartas, jogar xadrez, damas e poker. Combinaram também que em todas as paragens que fizessem para reabastecer, ficariam nessa cidade ou aldeia durante um dia e uma noite, para a conhecer melhor.
Com tudo isto, bem ou mal se passou um mês de viagem.
Uma noite o mar começou a exaltar-se e a chuva rebentou juntamente com uma arrepiante trovoada. Ruan disse à mulher e à filha para não ir para não subirem ao convéns pois podiam ir borda fora. Julieta obedeceu, mas Kate como era aventureira e corajosa escapou-se para o convéns quando a mãe estava distraída. O mar estava muito agitado e uma onda silenciosa, mas forte lambeu-a do convéns atirando-a borda fora.
- Pai, socorro! - Gritou ela desesperadamente.
- Kitty! - Berrou correndo a lançar-se ao mar para salvar a filha.
Julieta que reparou que a filha tinha desaparecido precipitou-se para o convéns e vendo o que tinha acontecido, tomou o comando do barco dirigindo-se na direção do marido e da filha.
De repente esta vê tubarões e anémonas a dirigirem-se à sua família e gritou:
- Ruan, cuidado tubarões e anémonas a ir na vossa direção! - Gritou ela.
Ruan apanhou a filha e subiu para o barco mesmo a tempo, por um triz que não eram mordidos pelo enorme animal.
De manhã Ruan sabia que tinha uma grande tarefa em mãos, tinham-se desviado muito da rota que tomavam, e tinha de ser ele, a leva-los de volta ao caminho certo. Respirou o ar frio daquela bela e fria manhã de Novembro, ganhou coragem e avançou enfrentando o destino que o aguardava.
Demorou um bocado, mas ao fim de uma semana o valente marinheiro lá conseguiu voltar à rota que tinham de seguir.
Navegaram por aquele infindável oceano durante mais dois longos meses e Kate não se atreveu a voltar a desobedecer às ordens do pai, por muito que lhe apetece-se.
Ora, numa manhã calma pelo meio do ligeiro nevoeiro, Julieta que fazia o torno nessa manhã, viu uma mancha escura no horizonte.
- Ruan, - chamou -, acho que aquilo é terra.
Este semicerrou os olhos e anunciou muito entusiasmado:
- Eu não acho querida, tenho a certeza que é terra. Terra à viiiiiiiista!!!!!
Rumaram até lá com entusiasmo; chegaram em pouco tempo e desembarcaram primeiro eles e depois a tralha que traziam. Decidiram que acampariam na praia e que depois com tempo arranjariam um local mais cómodo.
Aquele dia foi dedicado, só, à exploração da bela ilha que tinham encontrado.
Viram frutos com os quais nem sequer tinham sonhado, por exemplo maças às riscas vermelhas e pretas, pêssegos azuis, amoras cor-de-rosa, mangas castanhas, entre outros igualmente estranhos.
Viram macacos mais rápidos que chitas, e até as árvores eram anormais, no sentido maravilhoso, algumas eram tão grandes que não se via o topo e outras tão pequenas que quase era preciso uma lupa para as ver.
No oceano à volta da ilha viram baleias muito pequeninas para o normal, elefantes daqueles que tinham na sua terra, mas estes eram aquáticos e peixes muito parecidos com golfinhos.
Era o sítio mais estranho, maravilhoso e inexplicavelmente fora de contexto onde alguma vez tinham estado e tencionavam ficar ali o tempo que fosse possível.
Nenhum deles sabia bem porquê, mas assim que chegaram, sentiram, imediatamente, uma enorme ligação àquele lugar inóspito.
Após um mês na ilha, tinham feitos imensos amigos. Macacos, que lhes davam os frutos mais maduros e suculentos e sempre que encontravam algo interessante, iam dar-lhes.
Conheceram todos os recantos daquela maravilha e à medida que descobriam mais e mais e mais, perceberam que toda a fauna e flora existente naquele maravilhoso lugar desapareceriam. - Seria o maior desperdício de vida da história! – Concluíram num dia à noite, quando se sentaram em volta de uma fogueira que atearam na praia.
- Concordamos plenamente! – Disse Julieta falando também pela filha.
- Pai, mãe - declarou Kate que não tinha dito nada desde o início da conversa - quero ficar aqui. Já não me consigo imaginar noutro, afeiçoei-me muito a este sítio e aos animais e sabores que aqui existem. Podemos?
- Por que não?! - Disse Ruan olhando a mulher, que estava boquiaberta, com um sorriso - Também me afeiçoei à ilha, por isso, se a tua mãe concordar, sim podemos.
- Valá mãe, valáááááá!!! - Pediu Kate com aqueles olhos doces que fazia sempre que queria alguma coisa.
- Está bem chatinha, ficamos! - Concedeu a mãe revirando os olhos e sorrindo para a filha que lhe devolveu o sorriso.
- E que tal, já que somos as únicas pessoas que habitam esta ilha e somos marinheiros, por que não lhe chama-mos, A Ilha dos Três Marinheiros? - Propôs Ruan.
- Que bela ideia! - Disseram as raparigas ao mesmo tempo muito felizes.
A partir desse dia nunca mais saíram daquela ilha.